
Às vezes temos que olhar para os lados e principalmente para dentro de nós próprios e perguntar-mo-nos o que estamos fazendo e porquê.
Hoje a tarde veio-me uma avalanche de reflexões, desencadeada por uma frustrante avaliação matemática.
Para mim, o mais incapacitante numa pessoa é o engano em que ser o reflexo do “eu ideal para a sociedade” deve ser o guia para a busca dos nossos valores e objectivos individuais.
Mas e a pergunta: “Quem sou eu?” ou “Quem deveria eu ser?” ou ainda “O que me constrói? cultura? habilidades? personalidade? ou apenas nada? Às vezes para me solidificar, solidificar a minha individualidade faço esta pergunta. Nunca obtive resposta.
De que é feita uma pessoa? O que nos faz gostar de alguém? Normalmente eu associo à imagem de um amigo, uma pessoa que gosto muito mas sem razão explícita para isso, gostar “de graça”. Isso fortalece a ideia que nada somos?
Provavelmente o que nós temos de melhor é o que não percebemos que temos.
São só pensamentos, desabafos, manifestos, por vezes estranhos,...
e às vezes alguns exageros ...
Mas não, estou mesmo em terra de estranhos......

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